terça-feira, dezembro 31

- SEJA BEM-VINDO 2014 -

 
 
 

Pesquisei o que grandes pensadores e escritores já disseram sobre o Ano Novo, para fechar este artigo como mensagem de Feliz 2014, e nada encontrei que fosse mais bonito, mais inspirador, que captasse a essência da data de forma tão universal como o poema de Carlos Drummond de Andrade, num de seus melhores dias. Leiam, reflitam!

 Para você ganhar belíssimo Ano Novo
 cor de arco-íris, ou da cor da sua paz,
 Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
 (mal vivido ou talvez sem sentido)
 para você ganhar um ano
 não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
 mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
 novo até no coração das coisas menos percebidas
 (a começar pelo seu interior)
 novo espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
 mas com ele se come, se passeia,
 se ama, se compreende, se trabalha,
 você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
 não precisa expedir nem receber mensagens
 (planta recebe mensagens?  passa telegramas?).
 Não precisa fazer lista de boas intenções
 para arquivá-las na gaveta.
 Não precisa chorar de arrependido
 pelas besteiras consumadas
 nem parvamente acreditar
 que por decreto de esperança
 a partir de janeiro as coisas mudem
 e seja tudo claridade, recompensa,
 justiça entre os homens e as nações,
 liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
 direitos respeitados, começando
 pelo direito augusto de viver.
 Para ganhar um Ano Novo
 que mereça este nome,
 você, meu caro, tem de merecê-lo,
 tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
 mas tente, experimente, consciente.
 É dentro de você que o Ano Novo
 cochila e espera desde sempre.

segunda-feira, dezembro 30

2014 - ANO DO RECOMEÇO


 
 
Que venha 2014! Um ano abençoado!

"Às vezes, nos indagamos: Por que recomeçar? E o que é recomeçar? Quantos de nossos dias são vividos com a esperança de que o amanhã será melhor? A vida, na sua rotina dia-noite-dia, é um eterno reinício, um eterno recomeçar.
 
A cada instante há um recomeço na vida, um recomeço da confiança, da fé, em dias de alegria e realização.
 
Na repetição de dias e noites, pode-se encontrar a significância do recomeço. Se erramos hoje, por que não buscar o acerto no amanhã? Se ofendemos ontem, por que não pedir desculpas hoje?
 
Quase sempre, na corrida vida de todos nós, o tempo para reflexão tem sido adiado. Buscamos realizar tarefas e mais tarefas, sem uma estação ocasional para meditar sobre o reinício, sobre um reinício.
 
O reinício diário, um recomeço diário. O começo do recomeço na manhã. O recomeço da vida no clarear do dia, o recomeço da vida no Sol que se põe.
A simplicidade do existir está a razão para recomeçar. Esquecer o que se passou há anos, há meses, há dias, há horas, há instantes. Por que e para que lembrar, relembrar o que perturbou a paz, o que infamou a alegria?
 
Os que de nós não enxergam, na rotina da vida, um recomeço, não veem as auroras que brilham e brilharão.
 
Para eles, a vida não é mais que uma contagem de calendário–dias, meses, anos.
Para eles, o pôr-do-sol não revela o principiar da noite que bela, lenta e calma, oferece o charme das estrelas, a cumplicidade da lua com o encanto do céu, seduz o sono, reconstrói a esperança, suaviza a dor.
 
A vida não é um acaso. O reinício não é uma circunstância. Felicidade não é um estado de espírito. Crer não é casual. Viver é recomeçar todos os dias, pelo alvorecer da nossa compreensão, pela confiança do nosso entardecer, pela infância da brandura que todo ser humano deve ter no coração.
 
Recomeçar é acreditar que a vida se renova nos nossos pensamentos e, sobretudo, nas nossas atitudes, no fazer e refazer de nossa conduta. É preciso agir, pois, não se pode, de si para si, pensar que a oportunidade de recomeçar é inexaurível, pois, a cada dia, vidas se iniciam e se findam.
 
Um dia, um certo dia, talvez já não se possa, nesta vida, recomeçar.
Não deixemos que o tempo passe e, com ele, a ocasião de recomeçar um dia que podemos encher de felicidade.

Recomeçar de um ponto, de um lugar. Recomeçar com um gesto, com uma palavra, com um abraço. O sucesso nessa empreitada depende de nós."

sexta-feira, dezembro 20

- REFLEXÃO SOBRE CRISTO -




Cristo nasceu? Onde? Quando?

PERGUNTEMOS a Paulo - onde e quando Jesus nasceu? Ele nos dirá: Foi na estrada de Damasco, quando eu, então intolerante e fanatizado por uma causa inglória, me vi envolvido na sua divina luz. Dali por diante – “já não sou eu mais quem vive, mas o Cristo é quem vive em mim”.

INDAGUEMOS de Madalena, onde e quando nasceu Jesus. Ela nos informará: Jesus nasceu em Betânia, certa vez em que sua voz, ungida de pureza e santidade, despertou em mim a sensação de uma vida nova, com a qual, até então, jamais sonhara.

OUÇAMOS o depoimento de Pedro, sobre a natividade do Senhor, e ele assim se pronunciará: Jesus nasceu no átrio do paço do Caifás, no momento em que o galo, cantando pela terceira vez, acordou minha consciência para a verdadeira vida. Daí por diante, nunca mais vacilei diante dos potentados do século, quando me era dado defender a Justiça e proclamar a verdade, pois a força e o poder do Cristo constituíram elementos integrantes de meu próprio ser.

DIRIJAMO-NOS a Zaqueu, o publicano, e eis o seu testemunho: Jesus nasceu em Jericó, numa esplêndida manhã de sol, quando eu, ansioso por conhecê-lo, subi numa árvore, à beira do caminho por onde ele passava, contentando-me com o ver de longe. Eis que ele, amorável e bom, acena-me dizendo: Zaqueu, desce, importa que me hospede contigo. Naquele dia entrou a salvação no meu lar.

INTERPELEMOS Tomé, o incrédulo: Quando e onde nasceu o Mestre? Ele, por certo, retrucará:
Jesus nasceu em Jerusalém, naquele dia memorável e inesquecível em que me foi dado testificar que a morte
não tinha poder sobre o Filho de Deus. Só então compreendi o sentido de suas palavras:
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida.”

APELEMOS, finalmente, para Dimas, o bom ladrão: Onde e quando Jesus nasceu?
Ele nos informará: Jesus nasceu no topo do Calvário, precisamente quando a cegueira e maldade humanas 
supunham aniquilá-lo para sempre; dali ele me dirigiu um olhar repassado de piedade e de ternura, que me
fez esquecer todas as misérias deste mundo e antegozar as delícias do Paraíso.
Desde logo, senti-o em mim e eu nele.

E para você, Cristo nasceu? Quando? Onde?
Fonte: Grupo Espírita Allan Kardec

domingo, dezembro 15

SER FELIZ OU ESTAR FELIZ?

 
 
 
"Seria a felicidade um estado, ou um estilo de vida?
 Penso eu que existem várias diferenças entre as condições de ser e estar, ainda mais quando o assunto tratado é “Ser feliz”.
Apesar das diferenças eles não se contrariam nem se contrapõe, e sim, se complementam, como um quebra-cabeças.
 Quando alguém esta feliz, está em uma condição de felicidade capaz de superar todos os outros sentimentos, mesmo que por um instante, afinal aquela é a emoção que predomina no momento.
 Mas quando você é feliz, essa condição é constante, deixa de ser meramente algo passageiro e passa a se tornar algo diário.
 Mesmo sabendo de tudo isso a maior pergunta ou questão não se encontra nessas diferenças e sim se concentram em: “Como ser feliz”?
Estar feliz é muito fácil, muitas vezes até mesmo com o sorriso de alguém especial, ou apenas 5 minutos de conversa com alguém é o suficiente para alegrar nosso dia. Mas a chave mestre para o problema não está em como conquistar essa condição temporária, e sim como prolongar a mesma e transformar o simples estar em ser.
 Todos nós sabemos que cada pessoa têm uma definição diferente de felicidade, isso está em nossa essência.
 
Algumas pessoas sentem que precisam de muito dinheiro para ser feliz, enquanto outras conseguem a mesma sensação com condições financeiras menores. Algumas utilizam da vaidade, e da beleza, enquanto outras simplesmente não se importam com aparências. Alguns querem se acabar em comilança e gula , enquanto outros mal têm o que comer, mas mesmo assim, são mais felizes do que os insanos gulosos. Alguns por mais incrível que pareça conseguem alcançar a felicidade apenas ajudando o próximo, e creio que esse é o mais belo jeito de ser feliz.

 Com tantos tipos diferentes de personalidades, não existe fórmula ou receita para ser feliz, basta você rever os seus conceitos e então chegar a uma conclusão pessoal daquilo que você acha que deve mudar.

 A única certeza que eu posso dar é que quando finalmente as pessoas deixarem de ser preocupar tanto com as opiniões alheias e deixar de se importar com coisas que em nada as acrescenta, estaremos um passo mais próximo de deixar de estar, e ser." Desconheço autoria.

quarta-feira, dezembro 4

- PALAVRAS SÃO INÚTEIS -




  Aquilo que liga duas pessoas existe além delas...

 A gente cresce acreditando no poder das palavras. Desde criança, nos dizem que, conversando, seremos capazes de acertar qualquer coisa, de resolver qualquer situação. Infelizmente, não é verdade. Quando se trata de relacionamentos, as palavras são inúteis.
Os sentimentos apaixonados que nos ligam a alguém não são criados por palavras. Os desentendimentos que aos poucos ou de súbito nos separam da pessoa não são provocados por palavras.

Os sentimentos de perda, dor e morte causados pelas rupturas tampouco são remediados por palavras. As palavras descrevem, celebram, exaltam e lamentam nossas paixões, mas não são responsáveis por elas. Quando se trata de amor, as palavras são inúteis.

Não obstante, nós falamos. Cultivamos a ilusão de que o outro pode ser envolvido, seduzido, convencido pela nossa retórica. Acreditamos, fundamentalmente, que o nosso desejo pode ser transmitido pela palavra. Por isso, telefonamos, mandamos mensagens, escrevemos longos emails, rabiscamos poemas, fazemos letras de música, marcamos conversas dolorosas e intermináveis que – a rigor – não levam a lugar nenhum.

Quando existe um sentimento comum, as palavras são apenas acessórias. Quando não há sentimento, elas agem como um bisturi: cortam, expõem e dilaceram, mas não criam.

Tenho a impressão de que aquilo que liga dois seres humanos existe além das palavras. Uma magia de natureza física ou psíquica dita que Fulana é atraída por Sicrano ou vice-versa. Isso acontece de forma instantânea, ou pode ser construído lentamente, mas não sobre o alicerce das palavras. As palavras são apenas a aparência do que nos liga. Quando as pessoas conversam, trocam entre si códigos que vão além do que elas dizem. Há os olhos, as mãos, o corpo e a voz, que sinalizam uma espécie de todo invisível. Há um conjunto de sinais nos quais um se expressa e o outro se reconhece – e deseja, ou não deseja. O sentido das palavras nessa troca é secundário. A mensagem profunda sobre quem se é já foi passada antes.

Se isso não nos parece tão claro é porque vivemos num universo revestido de palavras. Temos a sensação de que elas iniciam e finalizam todos os atos, mas não é assim. As palavras são apenas sintomas. Quando as pessoas se conhecem e se apaixonam, conversam da mesma forma como se beijam, com fúria e com encantamento. No final, quando tudo acabou, as palavras doem e escasseiam. Elas são repelidas pelo outro da mesma forma que o toque, igual que o olhar. Temos a impressão de estar encerrando o amor com as palavras, mas elas são apenas as flores do enterro. Quando chegamos a elas, o desejo está morto.

Infelizmente, os ciclos de paixão e rejeição não são simultâneos. Eu ainda estou cheio de palavras doces, mas você não quer mais ouvi-las. Ou eu me dirijo a você com palavras de desejo e prazer, mas elas deixaram de fazer sentido. Se você não sente mais o que eu sinto, não vai entender o que eu digo. Nem será tocada pela magia das minhas palavras, que se tornam inúteis. Quantas das nossas conversas não são trocas de palavras inúteis? Tentamos transpor com elas o abismo da indiferença do outro. Explicamos, sugerimos, argumentamos - inutilmente.

Então, economize palavras. Fique quieto e preste atenção. Escute o que ela não diz. Entenda o que ele nem falou. Os gestos contam coisas, os olhares antecipam. Atitudes valem mais do que declarações de amor – e não podem ser substituídas ou consertadas por palavras.
Autor: IVAN MARTINS, editor-executivo de ÉPOCA.

domingo, dezembro 1

45 LIÇÕES ESCRITAS POR UMA SENHORA DE 90 ANOS


 
1. A vida é boa.
2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.
6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.
9. Poupe para a aposentadoria, começando com seu primeiro salário.
10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.
11. Sele a paz com seu passado, para que ele não estrague seu presente.
12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que se trata a jornada deles.
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.
16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.
17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.
18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.
19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.
20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite “não” como resposta.
21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Se prepare bastante; depois, se deixe levar pela maré.
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade, além de você.
26. Encare cada “chamado” desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todos.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Independentemente de a situação ser boa ou ruim, irá mudar.
32. Não se leve tão a sério. Ninguém mais leva…
33. Acredite em milagres.
34. Deus te ama por causa de quem Ele é, não pelo que você fez ou deixou de fazer.
35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que morrer jovem.
37. Seus filhos só têm uma infância.
38. Tudo o que realmente importa, no final, é que você amou.
39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor está por vir.
43. Não importa como você se sinta, levante, se vista e apareça.
44. Produza.
45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente.
*thesecret.tv.br*   

- BEM-VINDO AMADO DEZEMBRO -

















Bem-vindo, Dezembro!
Surpreenda-nos com muita paz,  saúde, felicidade, alegrias inesgotáveis.
Surpreenda-nos com o que há de melhor, seja inesquecível e terno, afinal és o mês das confraternizações e energias positivas.
Último mês do ano para fazermos um balanço de tudo o que passamos,  corrigirmos nossos erros e agradecermos a Deus por tudo de bom que vivenciamos nestes 365 dias.
Venha Dezembro, preencha nossas vidas de encantos, seja único, o melhor mês do ano de 2013.

quarta-feira, novembro 27

- ATITUDES QUE DRENAM ENERGIA -





1 – Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos – mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.

2 – Sentimentos tóxicos

Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.

3 – Maus hábitos 

Falta de cuidado com o corpo. Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.

4 – Fugir do presente

As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.

5 – Falta de perdão

Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.

6 – Mentira pessoal

Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

7 – Viver a vida do outro

Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.

8 – Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.

9 – Afastamento da natureza

A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse Item não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.

O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

* Vera Caballero é Professora de Yoga, numeróloga, terapeuta floral, reiki master, massoterapeuta, ministra cursos e palestras sobre Bioenergias. 
 http://sobmalhete.com/2013/06/21/atitudes-que-drenam-energia/

domingo, novembro 24

- UMA PEQUENA HISTÓRIA DE AMOR -





'' Tem gente que feito tatuagem gruda em nosso peito.
 Não vê nossos defeitos. Nos faz especiais... ''
Sirlei L. Passolongo



- FELICIDADE -




A felicidade é um susto. Chega na calada da noite, na fala do dia, no improviso das horas. Chega sem chegar, insinua mais que propõe. Felicidade é animal arisco. Tem que ser admirada à distância porque não aceita a jaula que preparamos para ela. Vê-la solta e livre no campo, correndo com sua velocidade tão elegante é uma sublime forma de possuí-la.

Felicidade é chuva que cai na madrugada, quando dormimos. O que vemos é a terra agradecida, pronta para fecundar o que nela está sepultado, aguardando a hora da ressurreição. Felicidade é coisa que não tem nome. É silêncio que perpassa os dias tornando-os mais belos e falantes. Felicidade é carinho de mãe em situação de desespero. É olhar de amigo em horas de abandono. É fala calmante em instantes de desconsolo.

Felicidade é palavra pouca que diz muito. É frase dita na hora certa e que vale por livros inteiros. Eu busco a frase de cada dia, o poema que me espera na esquina, o recado de Deus escrito na minha geladeira. Eu vivo assim. Sem doma, sem dona, sem porteiras, porque a felicidade é meu destino de honra, meu brasão e minha bandeira. Eu quero a felicidade de toda hora. Não quero o rancor, não quero o alarde dos artifícios das palavras comuns, nem tampouco o amor que deseja aprisionar meu sonho em suas gaiolas tão mesquinhas.

O que quero é o olhar de Jesus refletido no olhar de quem amo. Isso sim é felicidade sem medidas. O café quente na tarde fria, a conversa tão cheia de humor, o choro vez em quando. Felicidades pequenas... O olhar da criança que me acompanha do colo da mãe, e que depois, à distância, sorri segura  porque sabe que eu não a levarei de seu lugar preferido.

A felicidade é coisa sem jeito, mas com ela eu me ajeito. Não forço para que seja como quero, apenas acolho sua chegada, quando menos espero.
E então sorrio, como quem sabe, que quando ela chega, o melhor é não dispersar as forças... E aí sou feliz por inteiro na pequena parte que me cabe. 
O que hoje você tem diante dos olhos?
Merece um sorriso? 
Não pense duas vezes.
- Pe Fábio de Melo -

quarta-feira, novembro 20

TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS



Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram.Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma idé
eia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves.Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito.Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos.

A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.

Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.

Reflita sobre isso!

Fonte: http://clinicaalamedas.wordpress.com/2013/08/25/teoria-das-janelas-partidas/

domingo, novembro 17

- TOLERÂNCIA E PACIÊNCIA -



"Com mais tolerância você expulsa a negatividade e adiciona paz ao seu dia a dia!

Violência, stress, egoísmo... Vivemos hoje em um mundo em que o mote é salve-se quem puder. Parece ter se tornado tão difícil, talvez até impossível, manter a integridade, a firmeza de caráter e outros princípios básicos de uma sociedade. A meu ver, atingimos um ponto crucial da evolução do nosso planeta e, somente passando por uma imensa transformação, a ordem reinará novamente.

É sabido que a ordem e o caos são duas faces de uma mesma moeda. Então, basta saber como virá-la. E agora é a hora de tentar fazer isso, como mostra tudo o que tem acontecido ao nosso redor. Mas o mundo lá fora nada mais é do que um espelho do que se passa em nosso coração. As pessoas têm vivido oprimidas por angústia, medo, ansiedade e inúmeras outras aflições que só desequilibram.

Cabe aqui repetir duas frases do grande líder indiano Mahatma Gandhi. "Seja a mudança que você quer ver no mundo", disse. E ainda: "Não existe um caminho para a paz; a paz é o caminho". Portanto, se quisermos paz em nossa cidade, em nosso país e no mundo todo, precisamos primeiro encontrá-la dentro de nosso coração.

Assim, convido a um momento de reflexão: o que temos feito a não ser reclamar, reclamar e reclamar mais? Reclamamos do que nos acontece em casa, na rua e no trabalho, do vizinho, do governo, dos políticos, de tudo. E acabamos criando um círculo vicioso de queixas. Não é tão difícil romper com esse padrão nefasto de comportamento. É só querer criar um novo paradigma e começar a agir de modo diferente.

Minha sugestão é, a partir de agora, nos empenharmos em praticar a paz no dia a dia, inserindo-a em nossa vida de várias maneiras. Vamos começar levando-a para o nosso pensamento: daqui para a frente, lance um olhar mais tolerante sobre todas as situações e pessoas. Não julgue, não critique. Tente apenas aceitar os fatos como eles se apresentam.

Depois, vamos sentir a paz dentro de nós, recorrendo à compaixão, à compreensão e à empatia. Sentimentos negativos podem mudar se nos colocamos no lugar do outro e, de algum modo, nos identificamos com o sofrimento alheio. Nesse sentido, aliás, o amor pode ser um facilitador, já que temos uma disposição natural para compreender plenamente quem ou o que amamos.

Vamos também colocar paz na nossa fala, direcionando uma palavra gentil ao outro sempre que pudermos. A ideia é utilizar a peneira da bondade e, se for o caso, até falar menos, mas nos mantendo coerentes com aquilo que realmente precisamos neste momento.

Vamos, ainda, agir pela paz ajudando quem precisa, não revidando uma agressão, cultivando a paciência e a tolerância, oferecendo gratidão e reconhecimento, assim como usando a nossa criatividade para buscar soluções que beneficiem a todos. E, finalmente, vamos compartilhar a paz incentivando outras pessoas a adotar as mesmas atitudes.

Quem tem paz é feliz - e quem é feliz respeita a si mesmo e aos outros. É assim que pode nascer uma nova civilização. Em outras palavras, pode ser a nossa chance de salvar nosso planeta, tão ameaçado. Que tal começarmos já a formar uma corrente do bem, na qual cada elo será formado por uma pessoa realizada em todos os sentidos, capaz de projetar muita energia positiva ao seu redor? Dessa maneira, juntos, faremos a diferença para um mundo melhor. Conto com você!"

MARCIA DE LUCA é especialista em ioga, meditação e ayurveda e uma das idealizadoras do movimento Yoga pela Paz.
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domingo, novembro 10

QUEM SOU EU?






Quem sou eu?

Quando não temos nada de prático nos atazanando a vida, a preocupação passa a ser existencial. Pouco importa de onde viemos e para onde vamos, mas quem somos é crucial descobrir.

A gente é o que a gente gosta. A gente é nossa comida preferida, os filmes que a gente curte, os amigos que escolhemos, as roupas que a gente veste, a estação do ano preferida, nosso esporte, as cidades que nos encantam. Você não está fazendo nada agora? Eu idem. Vamos listar quem a gente é: você daí e eu daqui.

Eu sou outono, disparado. E ligeiramente primavera. Estações transitórias.

Sou Woody Allen. Sou Lenny Kravitz. Sou Marilia Gabriela. Sou Nelson Motta. Sou Nick Hornby. Sou Ivan Lessa. Sou Saramago.

Sou pães, queijos e vinhos, os três alimentos que eu levaria para uma ilha deserta, mas não sou ilha deserta: sou metrópole.

Sou bala azedinha. Sou coca-cola. Sou salada caprese. Sou camarão à baiana. Sou filé com fritas. Sou morango com sorvete de creme. Sou linguado com molho de limão. Sou cachorro-quente só com mostarda e queijo ralado. Do churrasco, sou o pão com alho.

Sou livros. Discos. Dicionários. Sou guias de viagem. Revistas. Sou mapas. Sou Internet. Já fui muito tevê, hoje só um pouco GNT. Rádio. Rock. Lounge. Cinema. Cinema. Cinema. Teatro.

Sou azul. Sou colorada. Sou cabelo liso. Sou jeans. Sou balaio de saldos. Sou ventilador de teto. Sou avião. Sou jeep. Sou bicicleta. Sou a pé.

Você está fazendo sua lista? Tô esperando.

Sou tapetes e panos. Sou abajur. Sou banho tinindo. Hidratantes. Não sou musculação, mas finjo que sou três vezes por semana. Sou mar. Não sou areia. Sou Londres. Rio. Porto Alegre.

Sou mais cama que mesa, mais dia que noite, mais flor que fruta, mais salgado que doce, mais música que silêncio, mais pizza que banquete, mais champanhe que caipirinha. Sou esmalte fraquinho. Sou cara lavada. Sou Gisele. Sou delírio. Sou eu mesma.

Agora é sua vez.

- Martha Medeiros.

terça-feira, novembro 5

- O MEDO DE MUDAR -


Mudar sempre implica em riscos, razão pela qual a maioria das pessoas permanece na chamada "zona de conforto".

Mesmo querendo outras coisas ou até mesmo sofrendo (e têm muitas pessoas que se acostumam com o sofrimento), os medos do desconhecido paralisam as pessoas.
Elefantes, quando pequenos, são atados a uma corrente presa a um pequeno pino pregado na terra.
Quando crescem, o pino não precisa ser muito maior. O que acontece é que eles aprendem que não podem se soltar, passam a acreditar nisso e logo desconhecem a força que têm.
Muitos de nós também somos assim. No picadeiro da vida, para trocarmos de trapézio, existe uma pequena fração de tempo em que temos que largar as duas mãos, e este momento é que traz o medo e a insegurança nas pessoas.
Decisões sempre implicam em risco, pois sempre trazem consigo ganhos e perdas, assim como as indecisões também, estas, muitas vezes, cobram mais caro.
Cabe então analisar os prós e contras, os riscos x possíveis benefícios, e aí tomar as decisões.
Quando se faz o que sempre se fez, se tem sempre os mesmos resultados, se estes resultados estão bons continue fazendo; se estão ruins, os aceite e/ou acostume-se com eles ou MUDE. Acredite, não existem outras alternativas.
E nunca se esqueça que o Universo lhe dá exatamente aquilo que você acredita que merece! 
Portanto, trate de se valorizar, cuide mais da sua auto-estima e assim, terá certeza absoluta de que você merece muito mais.
Mexa-se, tome alguma atitude, pois a vida não irá bater na sua porta te chamando para ser feliz. MUDE!  - Walter Merino -

sexta-feira, novembro 1

- PERDOAR FAZ A VIDA VALER A PENA -


"Perdoar é caminhar através da dor.  
É aprender a conviver com o imperfeito e aceitar o outro como ele é:  
um ser humano e não divino, alguém que pode pisar na bola. 
Pode não cumprir o que se espera dele. 
Para perdoar é fundamental enxergar o outro como um todo. 
É preciso separar o erro que foi cometido daquilo que é maior naquela pessoa. 
Ele cometeu um erro, nao é o erro. 
  
A capacidade de perdoar não é um talento nato, 
é uma coisa que você desenvolve ao longo da vida. 
Quanto mais madura a pessoa é, mais capacidade ela tem de perdoar. 
As pessoas amadurecidas toleram mais, entendem mais o que é  
um relacionamento, o que pode esperar da outra pessoa. 
Quem nunca perdoa com certeza está sofrendo. 
Deve ter uma série de situações do passado que não conseguiu resolver. 
Com o tempo, foi ficando dura, inflexível. É preciso se exercitar 
para manter a capacidade de perdoar. 
  
O perdão é importante para o bem-estar mental, sim. 
O perdão tem a ver com qualidade de vida, com estabilidade emocional. 
Tem gente que não perdoa e continua remoendo a situação por muito tempo, 
mesmo quando o outro já mudou de vida, ou nem está mais aqui. 
Essas pessoas colocam no outro a culpa por toda a sua infelicidade. 
Isso ocorre muito: a pessoa cria um algoz, um sequestrador, 
alguém que é a causa do seu sofrimento. 
Se conseguir perdoar sai do cativeiro. 

Existem passos para chegar ao perdão. 
Um dos exercícios mais importantes é se colocar no lugar do outro. 
No caso de uma traição, por exemplo, a mulher pode tentar se colocar  
no lugar do homem e ver o que aconteceu, pela perspectiva dele. 
Pode ser que tenha sido um deslize, um impulso, 
uma outra necessidade que  ele foi suprir. 
O que aconteceu pode ter a ver com a história anterior dele,  
com outras relações amorosas,  com desejos inconscientes, 
coisas que às vezes nem o outro entende. 
Outra coisa importante nesse exercício é perceber  
como o outro está te vendo. Com certeza você está se sentindo 
traída, mas é possível que ele também esteja. 
Entender isso pode ajudar no processo. 

Às vezes a pessoa não perdoa porque, quando olha o outro, só enxerga dor. 
Esse é o problema.  
Se tudo que ela enxerga no outro é dor, é porque a dor é dela. 
A atitude do outro pode ter reavivado essa dor, mas o sentimento 
sempre esteve ali. Existem várias pessoas que puderam perdoar 
porque localizaram a origem daquela mágoa. 
Daí entenderam como essa dor chegou e se instalou com tanta força. 

Não, não é necessário perdoar sempre. 
As religiões defendem isso. Mas existe também um compromisso com a vida. 
A autopreservação é o mais importante. 
Quem perdoa o tempo todo, sem parar, pode provocar um estado 
de humilhação prejudicial à sua auto-estima. 
Antes de mais nada, qualquer pessoa tem que se respeitar como ser humano. 
Existem coisas imperdoáveis, e elas são diferentes para cada pessoa. 
É preciso respeitar esses limites. 
  
O perdão pode ser só interno ou precisa ser colocado para fora. 
Existem situações em que é preciso externar o perdão. 
Se você não diz que perdoou, o outro pode continuar se sentindo culpado, 
e fica difícil restabelecer um vínculo. Em outras ocasiões quando não existe 
chance de reconciliação, o perdão não precisa ser externado. 
Na hora que perdoa, sente um alívio que tem a ver com ela, não com o outro. 
É como se tomasse um banho. 
E aí pode tocar a sua vida de um jeito melhor." 
- Psicoterapeuta Luiz Cuschnir -






- GUARDE EM SEU CORAÇÃO -




"O centro de seu coração é onde a vida começa, o lugar mais bonito do mundo."
Rumi



''A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável,
que as pessoas são tristes, se estou triste,
que todos me querem, se eu os quero,
que todos são ruins, se eu os odeio,
que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
que há faces amargas, se eu sou amargo,
que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
que as pessoas são gratas, se eu sou grato."
Mahatma Gandhi






"Em tempos que já vão longe, 
você recebeu uma passagem gratuita no trem da vida para percorrer os jardins deste Planeta lindo e florido.
Sua vida, portanto, é uma viagem fascinante, sem retorno, cheia de maravilhas, de novidades, de surpresas.
Ao invés de ficar dormindo no seu assento, ou reclamando contra os solavancos do comboio, curta cada instante desta inesquecível jornada. Sua vida é a sua fantástica aventura." Lauro Trevisan


"Junte-se aos que cantam, contam histórias, desfrutam a vida e tem alegria nos olhos. Porque a alegria é contagiosa, e sempre consegue impedir que os homens se deixem paralisar pela solidão, depressão e dificuldades.
Junte-se àquele que em frente, mesmo que seus olhos estão cheios de lágrimas." Paulo Coelho


"Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade."
Georges Bernanos

- DOCE NOVEMBRO -






domingo, outubro 27

- VAMOS SER FELIZES AGORA -



"Eu penso que as melhores coisas da vida  são de graça: Um sorriso, um abraço, um olhar, um carinho, uma amizade, uma palavra, uma atitude, o vento no rosto, cheiro de terra molhada, a beleza de uma flor, o luz do sol e o brilho da lua.
E por serem de graça, muitas vezes passamos pelos caminhos da vida com tanta pressa, que não paramos para reparar nessas coisas, por isso, vamos caminhar devagar, o importante não é chegar primeiro, mas sim chegar, quem anda com pressa não repara ao redor, mas quem anda devagar, tem o privilégio de admirar, de sentir, de tocar e de viver as melhores coisas da vida, assim a caminhada será mais leve e chegaremos lá, com a certeza de que pelo caminho tivemos o cuidado de Deus nos proporcionando lindas surpresas enquanto caminhávamos."

- SE NÃO QUISER ADOECER -


Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos"

Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças 
como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna.. Com o tempo a 
repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, 
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia..

Se não quiser adoecer - "Tome decisão"

A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A 
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é 
feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder 
vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de 
doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

Se não quiser adoecer - "Busque soluções"

Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas.
Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o 
fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de 
mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia 
negativa que se transforma em doença.

Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"

Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que 
está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando 
toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com 
muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

Se não quiser adoecer - "Aceite-se"

A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos 
algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os 
que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, 
destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é 
sabedoria, bom senso e terapia. 

Se não quiser adoecer - "Confie"

Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria 
liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não 
há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em 
Deus. 

Se não quiser adoecer - "Não viva SEMPRE triste!"

O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida 
longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.

"O bom humor nos salva das mãos do doutor". Alegria é saúde e terapia.
Dr. Dráuzio Varela

sábado, outubro 19

- TEMPO, TEMPO, TEMPO -




''Acredito que tudo na vida tem um tempo determinado. 
Tempo de crescer, de amadurecer, de rever seus valores, suas idéias e crenças. 
Tempo de se permitir, tempo de chorar, tempo de sorrir, tempo de ser do mundo, e tempo de ser sozinha. 
Agora é tempo de viver, e não simplesmente viver por viver; chegou o tempo de perdoar, de se perdoar...tempo de experimentar, conhecer, descobrir, sorrir, abraçar, beijar...
Tempo de não ter vergonha, de querer bem, seja lá quem...
Tempo de querer com mais doçura, de cuidar com mais carinho,
Tempo de estar em paz: Comigo, com você, com o MUNDO.''

- VINICIUS DE MORAES - 100 ANOS!






- PARA VIVER UM GRANDE AMOR -

Para viver um grande amor, preciso é muita concentração e muito siso, muita seriedade e pouco riso — para viver um grande amor.


Para viver um grande amor, mister é ser um homem de uma só mulher; pois ser de muitas, poxa! é de colher... — não tem nenhum valor.

Para viver um grande amor, primeiro é preciso sagrar-se cavalheiro e ser de sua dama por inteiro — seja lá como for. Há que fazer do corpo uma morada onde clausure-se a mulher amada e postar-se de fora com uma espada — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor, vos digo, é preciso atenção como o "velho amigo", que porque é só vos quer sempre consigo para iludir o grande amor. É preciso muitíssimo cuidado com quem quer que não esteja apaixonado, pois quem não está, está sempre preparado pra chatear o grande amor.

Para viver um amor, na realidade, há que compenetrar-se da verdade de que não existe amor sem fidelidade — para viver um grande amor. Pois quem trai seu amor por vanidade é um desconhecedor da liberdade, dessa imensa, indizível liberdade que traz um só amor.

Para viver um grande amor, il faut além de fiel, ser bem conhecedor de arte culinária e de judô — para viver um grande amor.

Para viver um grande amor perfeito, não basta ser apenas bom sujeito; é preciso também ter muito peito — peito de remador. É preciso olhar sempre a bem-amada como a sua primeira namorada e sua viúva também, amortalhada no seu finado amor.

É muito necessário ter em vista um crédito de rosas no florista — muito mais, muito mais que na modista! — para aprazer ao grande amor. Pois do que o grande amor quer saber mesmo, é de amor, é de amor, de amor a esmo; depois, um tutuzinho com torresmo conta ponto a favor...

Conta ponto saber fazer coisinhas: ovos mexidos, camarões, sopinhas, molhos, strogonoffs — comidinhas para depois do amor. E o que há de melhor que ir pra cozinha e preparar com amor uma galinha com uma rica e gostosa farofinha, para o seu grande amor?

Para viver um grande amor é muito, muito importante viver sempre junto e até ser, se possível, um só defunto — pra não morrer de dor. É preciso um cuidado permanente não só com o corpo mas também com a mente, pois qualquer "baixo" seu, a amada sente — e esfria um pouco o amor. Há que ser bem cortês sem cortesia; doce e conciliador sem covardia; saber ganhar dinheiro com poesia — para viver um grande amor.

É preciso saber tomar uísque (com o mau bebedor nunca se arrisque!) e ser impermeável ao diz-que-diz-que — que não quer nada com o amor.

Mas tudo isso não adianta nada, se nesta selva obscura e desvairada não se souber achar a bem-amada — para viver um grande amor.
Texto extraído do livro "Para Viver Um Grande Amor", José Olympio Editora - Rio de Janeiro, 1984, p. 130.